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Quase CasadosPara Zoe Moore, o dia de seu casamento foi o mais marcante de sua vida. Ou melhor, o dia em que deveria ter se casado, mas em vez disso, foi largada no altar após sete anos de namoro. Arrasada e disposta a se recuperar, ela decide se mudar de Liverpool para os Estados Unidos e trabalhar como babá. Ao chegar em Boston, ela se depara com a esperta Ruby, prestes a completar 6 anos, o adorável Samuel, que acaba de fazer 3, e o pai deles, Ryan Miller. Seu novo chefe, além de fazer uma bagunça sem precedentes e de ter um mau humor imbatível, é incrivelmente bonito. Depois de um começo um tanto decepcionante, Zoe e Ryan começam a se entender, mas ela está prestes a descobrir que recomeços podem ser mais difíceis do que esperava.


Quando Zoe Moore deixa o Reino Unido para viver nos Estados Unidos, tudo o que ela quer é esquecer o seu passado, e manter-se distante da piedade dos outros. Sua determinação foi o único fator que a impediu de abandonar o novo emprego, quando ela percebe que seu novo chefe é um babaca. Entretanto, o que poderia ser um ingrediente destrutivo para a relação empregado X empregador, acaba sendo justo o que os aproxima: seus defeitos.
Como a crítica comparou Quase Casados aos livros de Sophie Kinsella (minha escritora preferida desse gênero), eu decidi que tinha que lê-lo. Confesso que por causa disso, eu acabei esperando bem mais do livro, mas isso não quer dizer que eu não gostei dele! 
"Quase casados" é narrado em primeira pessoa, intercalando entre o presente e flash-backs sobre Jason e o dia do casamento. O livro é um chick-lit bem clichê, ou seja, no começo da leitura você já sabe o que esperar do final e não tem grandes surpresas pelo meio do caminho. Apesar disso o livro é repleto de cenas engraçadas, graças à protagonista Zoe Moore, e suas trapalhadas. Todos os personagens são carismáticos. Das crianças fofas com potencial a pestinhas na hora de dormir até o mais sem noção, todos têm seu nível de complexidade. Jane não criou pessoas "preto no branco", que sejam apenas boas ou más, idiotas ou espertas. Ryan, que no início é um verdadeiro porre, é um exemplo disso. Quando de fato ele é plenamente apresentado, fica claro que se trata, sim, de um homem desagradável em certa medida, mas também atencioso e amoroso. É um cara normal, puxando para o real. Outro ponto forte do livro, além do humor, são as partes emocionantes, como a relação quase maternal que Zoe vai construindo com as crianças, ou um certo acontecimento marcante que muda de vez as atitudes de Ryan tanto com os filhos, quanto com Zoe. 
Pra quem gosta de chick lit Quase Casados é uma indicação fabulosa, não é que o livro seja perfeito e a história original, mas ele é superdivertido, tem personagens encantadores (exceto Jason minha relação com ele foi ódio a primeira vista).
Dei cinco estrelas a este livro porque foi realmente incrível e me empolguei com a leitura, o li em um dia e não consegui largá-lo até terminar.  Gostei tanto que agora quero ler outros livros da Jane Costello.




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