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Branca de Neve e o Caçador Há dez anos, a vingativa Rainha Ravenna assassinou o rei na mesma noite em que se casara com ele. No entanto, dominar o reino tornou-se um sofrimento para a Rainha. Para salvar seus poderes, ela deve devorar um coração puro, e Branca de Neve é a única pessoa com esse coração. A fim de capturá-la, Ravenna recorre ao Caçador, o único homem que já se aventurou pela Floresta Sombria e sobreviveu. Branca de Neve será morta pelo Caçador? Ou será treinada por ele e se tornará a melhor guerreira que o reino já conheceu?






Branca de Neve e o Caçador era um daqueles livros empacados na minha estante desde o início do ano que eu finalmente li. Eu estava empolgada com a leitura porque gosto de conto de fadas e florestas assombradas e esse tipo de coisa, mas fiquei um pouco decepcionada com esse livro.
O rei, ao casar-se com Ravenna, não sabia que ela na verdade buscava vingança por sua mãe e sua aldeia, que havia sido destruída. Ravenna, desse modo, assassina o rei na noite do casamento, matando a todos no castelo e poupando somente a vida da princesa, Branca de Neve, que fica aprisionada.
Dez anos se passam, e Branca de Neve continua prisioneira da rainha. Esta, no entanto, descobre que para manter sua beleza e juventude eternas deve apoderar-se do coração da princesa, a menina mais bonita do reino. Assim, a rainha manda seu irmão, Finn, buscá-la na torre, mas a princesa consegue escapar e fugir do castelo, indo parar na Floresta Sombria. Ciente desse fato, a rainha procura o caçador, o único que já conseguiu sobreviver à Floresta, para buscá-la.
É nessa hora que você pensa: "nossa, aposto que a Floresta é cheia de truques e que o caçador e a Branca de Neve passam por vários momentos tensos" ou então "uau, agora a história vai ficar boa!", mas não. Sim, o livro é bom, mas faltou a emoção. A impressão que eu tive ao lê-lo foi que ele havia sido escrito às pressas, com descrições confusas e cenas e fatos que poderiam ter sido desenvolvidos de maneira bem mais rica. Por outro lado, ele é fininho, com somente 208 páginas, então é uma boa leitura para descontrair um pouco, além de agradável.
Contudo, se tem uma coisa da qual se pode reclamar é a edição: a editora Novo Conceito fez um trabalho impecável, desde a capa até a divisão dos capítulos, é perceptível que tudo foi realizado com muito esmero, e o resultado foi impecável.






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